Tristeza no Paraíso…

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infeliz no paraíso

“Eu estava numa praia paradisíaca com meus amigos e família, todos felizes e eu super triste…”

Difícil entender como isso pode ser. Alguém de sucesso profissional, excelente remuneração, excelente criação, super eficiente, com família íntegra e uma condição emocional péssima.

Sim, infeliz no Paraíso.

Isso ocorre devido a um único fator: a mente reativa.

Sim, a mente reativa, a parte da sua mente que guarda tudo de mau que aconteceu na sua vida e joga isso na sua cara toda vez que alguma coisa aparenta ser igual à algo que estava lá quando algo muito ruim aconteceu.

E não é da semana passada não, é desde a época em que você morava na barriga da sua mãe.

  • Palavras,
  • sons,
  • impactos,
  • cores,
  • aromas,
  • vibrações,
  • luzes,
  • temperaturas.

Tudo.

Uma dessas se parece com alguma de hoje e sua mente reativa aciona o botão de alerta e joga tudo de novo pra cima de você (e dos outros) de forma a você se dar conta do perigo e fazer três coisas:

  1. Atacar
  2. Congelar
  3. Fugir

Só que não.

Hoje você está numa reunião de trabalho, passa alguém que parece com a mulher que te deu uma surra quando você era criança e você, mesmo ali no conforto da sua cadeira executiva, tem um crise emocional e faz uma das três coisas citadas acima.

Depois de algum tempo (minutos, horas, dias, semanas, anos, décadas) você finalmente sai dessa crise.

Talvez porque passou muito tempo e sua atenção foi desviada para outras coisas ou porque encontrou uma terapia que te trouxe de volta para o tempo presente.

Sim, você estava com parte da sua atenção presa no passado por décadas, até que a terapia do Tempo Presente ajudou você a soltar o nó da corda que estava amarrada no seu coração e presa ao fato ruim ocorrido minutos, horas, dias, semanas, meses, anos ou décadas atrás.

Uma vez esse nó desfeito, a sua energia e atenção se concentram apenas onde vale a pena: no tempo presente.

E no tempo presente você é 100% você.

Quantas cordas podem estar amarrando seu ser ao passado?

Algumas, dezenas, centenas, milhares, talvez.

E como soltar todas?

De fato, não é preciso soltar todas. Porém na Terapia do Tempo Presente, localizamos o fato mais antigo. Se possível o primeiro de todos. Pois a estes fatos bem antigos, estão presas as outras cordas.

Ao desfazer o nó mais antigo, todos os nós que se apoiam a este soltam-se também, pois não têm mais onde se prender. Não tem mais a base sólida. Agora são só lembranças.

Lembranças são boas. Reações descontroladas devido a fatos ruins do seu passado são más.

Venha libertar-se das amarras invisíveis do seu passado e comece a viver no melhor lugar do mundo: AQUI E AGORA.

Utilize os botões do Whatsapp para fazer contato agora mesmo.

E bem vindo ao tempo presente!

Helton Winter

Terapeuta do Tempo Presente